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Rabanada para vovó Izabel

>> segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

A véspera de Natal é o dia que sinto mais falta da minha avó materna. Era sua festa preferida! Todo mundo se reunia na sua casa para a ceia, dormíamos a maioria por lá mesmo e era uma delícia! Eu sempre ficava responsável pelas rabanadas, que vovó adorava comer no café da manhã do dia de Natal. Ainda hoje, mantemos a tradição de nos unirmos todos e fazer tudo igual ao que era antes. Só que desde que vovó foi morar com papai do céu, a ceia da véspera foi transferida para a casa da minha mãe. Mas, eu continuo com as rabanadas, e elas ainda fazem muito sucesso. É a minha maneira de manter a vovó viva dentro de mim, como se ela estivesse sempre por perto. E posso garantir, ela sempre está...




Ingredientes
2 bisnagas de pão para rabanada
1 litro de leite
1 lata de leite condensado
6 ovos
Açúcar
Canela
Óleo quente, para fritar

Modo de Fazer
1. Corte as bisnagas em fatias de aproximadamente 3cm e levemente da diagonal. Separe.
2. Num bowl grande, junte o leite e o leite condensado e mexa até formarem um líquido homogêneo. Separe.
3. Em outro bowl, bata as claras em neve e junte as gemas. Separe. 
4. Passe as fatias de pão na mistura de leites, separadamente, esprema um pouquinho para que elas não fiquem molhadas demais e desmachem. Em seguida, passe nas claras batidas. Frite em óleo quente e deixe-as descansar em uma travessa com papel toalha para tirar o excesso de óleo.
5. Depois de secas, passe cada fatia numa mistura de açúcar e canela à gosto.
6. Agora, é só colocá-las em um prato bem bonito e levar para a mesa!

Alguns segredinhos
1. Não coloque açúcar na mistura dos leites.
2. Prefira o pão para rabanada fresco, vendido em padarias, aos industrializados.
3. Você pode acrescentar essência de baunilha ou um cálice de vinho do porto na mistura de leites, se quiser.
4. Não corte o pão em fatias muito finas ou molhe demais, para não despedaçar.
5. Algumas pessoas misturam o leite com os ovos. Eu prefiro fazer tudo separado. É quase uma terapia pra mim...rs
6. Coloque um palito de fósforo no óleo enquanto estiver esquentando para saber o momento em que ele está quente o suficiente. Coloque também um pedaço de pão seco para o óleo demorar mais a queimar. Quando as rabanadas começarem a fritar muito rápido, ou ganharem uma cor mais escura na fritura, é hora de trocar o óleo.
7. Passe as fatias de pão no leite uma à uma. Jamais passe todas e coloque em um prato separado para só depois fritar todas juntas. Também não deixe as fatias boiando no leite. Isso deixa as rabanadas molengas demais.
8. Eu prefiro rabanadas "dormidas". Se você também prefere, procure prepará-las no dia 23, ou no dia 24 mais cedo, e leve à geladeira até a hora da ceia.

Feliz Natal!

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Tradições do Casamento:

>> segunda-feira, 30 de novembro de 2009


Véu



Hijab (véu) quer dizer, em árabe, "o que separa as duas coisas". O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira para entrar numa nova vida, a de esposa.
Misticismo e romance cercam o assunto sobre véu. Originalmente, pensava-se que ele era usado para esconder a noiva de possíveis sequestradores (hã?). Mais tarde, em outra versão, diziam que algo escondido
tornava-se mais valioso.
O véu é uma referência à deusa Vesta (da honestidade), que na mitologia greco-romana, era a protetora d lar.


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Tradições do Casamento:

>> quarta-feira, 11 de novembro de 2009


Something blue...


A tradição do something old, something new, something borrowed, something blue, surgiu na época Vitoriana. Traduzindo, quer dizer que a noiva deve sempre usar uma coisa velha, uma nova, uma emprestada e outra azul.

O something old faz referência direta às relações familiares e sua vida antes do casamento. Pode ser uma jóia de família, o vestido, o véu que já foi usado pela avó, um relicário, terço, enfim.
O something new representa a sorte e o sucesso para a noiva na sua nova vida.
O something borrowed teria que ser uma peça já utilizada por outra noiva que é feliz, para trazer felicidade ao novo casal.
E o que eu mais gosto, o something blue, tem sua origem nos tempos bíblicos, onde essa cor representava pureza e fidelidade. Com o passar do tempo essa tradição evoluiu, passando do uso da roupa azul para outros itens, como o sapato, a fita que amarra o buquê, ou uma liga de meia, por exemplo. Alguns também acreditam que a cor azul serve para cortar a inveja das moças solteiras.

Eu que tenho lá minhas superstições, prefiro não arriscar, e já me decidi por um peep toe azul. :)


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Tradições do Casamento:

>> sábado, 7 de novembro de 2009


Buquê de Noiva

Diz a lenda que o buquê teria surgido na Grécia e era formado por uma mistura de alho, grãos e ervas. O alho serviria para afastar os maus espíritos e os grãos e ervas garantiriam uma aunião frutífera. Na antiga Polônia, acreditava-se que, colocando açúcar nele, o temperamento da noiva se manteria sempre doce.




Já a entrega do buquê tem duas possíveis explicações: a primeira representaria a despedida da noiva, que o atiraria para repartir sua felicidade com os convidados, num gesto generoso. A segunda, e a que nós costumamos acreditar, é que a solteira que pega o buquê terá a sorte de ser a próxima a se casar.

Verdadeiras, ou não, adoro essas tradições de casamento.


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